Sustentabilidade pós-pandemia

Ambição e responsabilidade estão sob o microscópio como nunca antes.

Como muitas empresas estão lutando para se manter à tona durante a pandemia da covid-19 e o que aconteceu com suas ambições de sustentabilidade? Ao que tudo indica, as organizações realmente aceleraram seus planos de transformação verde e os investidores estão exigindo metas ambientais mais rígidas. Isso é o que concluiu uma pesquisa feita em abril pelo ING Group, instituição financeira de origem holandesa que oferece serviços de banco, seguros e investimentos, com líderes de 450 empresas em sete setores e 100 investidores institucionais sobre suas prioridades ambientais, sociais e de governança. 

2020 foi um alerta para empresas, investidores e governos, que precisaram lidar de uma outra hora para outra com o impacto de bloqueios, interrupções na cadeia de suprimentos e eventos climáticos extremos – riscos sistemáticos que poderiam ter sido previstos. Para evitar que isso aconteça no futuro, é fundamental avançar ainda mais rápido e mais longe nas iniciativas de sustentabilidade.

“Cabe ao mundo agora ou nunca resolver a crise climática. Temos 10 anos, na melhor das hipóteses, e isso não é muito tempo. A pandemia apenas reforçou nossa determinação para a velocidade e amplitude do que precisamos fazer em sustentabilidade. Ao mesmo tempo, deve haver maior transparência sobre o progresso e desempenho e maior responsabilidade para garantir que os compromissos sejam cumpridos. ”, disse Roberta Barbieri da PepsiCo, vice-presidente de sustentabilidade global, que participou da iniciativa.

Outros pontos levantados:

  • 72% dos investidores dizem que estão aumentando suas ambições quando se trata de resultados ESG (sigla em inglês para o termo Governança Ambiental, Social e Corporativa) em seus portfólios. Eles querem mais transparência nas metas de sustentabilidade das empresas.
  • O financiamento sustentável está aumentando a responsabilidade e os investidores dizem que vai acelerar a transição. Quase três quartos (73%) das empresas afirmam que instrumentos financeiros sustentáveis, como títulos verdes ou empréstimos vinculados à sustentabilidade, melhoraram sua capacidade de implementar indicadores de responsabilidade internos robustos.
  • O bem-estar dos funcionários também é a prioridade ESG para 2021. Um terço das empresas (33%) coloca a saúde e o bem-estar de seus funcionários em primeiro lugar. É também uma das principais prioridades da ESG para investidores, atrás apenas do clima e de cadeias de suprimentos sustentáveis.

Os resultados foram publicados no relatório ‘Agora ou nunca: um novo padrão para a sustentabilidade’, que foi compilado em parceria com a empresa Longitude, do Financial Times. Clique aqui para conferi-lo na íntegra (em inglês).

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