Classificação e tratamento do lixo hospitalar

flickr.com / Badly Drawn Dad A coleta e classificação correta do lixo hospitalar é fundamental para o tratamento dos resíduos.

A coleta e o tratamento dos resíduos sólidos de saúde – o chamado lixo hospitalar tem sido alvo de grande preocupação da sociedade moderna.

Embora existam tratamentos mais adequados para o descarte, a incineração que não é obrigatória ainda é a mais indicada para o tratamento de resíduos de saúde. O procedimento de incineração do lixo resulta em grandes benefícios pelos seguintes fatores:

  • Reduz drasticamente o volume de resíduo, sobrando uma pequena quantidade de cinzas;
  • É um processo simples apesar de crítico quanto ao cumprimento dos procedimentos operacionais;
  • Como desvantagem, existe a emissão de compostos tóxicos como as dioxinas e furanos, caso a usina não seja projetada e operada adequadamente.

Classificação do lixo hospitalar

Cabe ressaltar que os resíduos considerados perigosos (como seringas, agulhas e outros materiais contaminados), sejam manuseados por profissionais preparados e que possuam o correto rigor operacional na hora da separação e do descarte. Além desses cuidados é preciso observar o grau de classificação e contaminação de cada resíduo gerado, por conter variação e tipos o lixo hospitalar pode ser classificado em:

Grupo A

Dentro desta classificação possui resíduo com possível concentração de presença biológica, tais como: sangue, hemoderivados, excreções, secreções, líquidos orgânicos entre outros.

Subdivisões

A1: Culturas e estoques de microrganismo, descarte de vacinas, sobras de amostras de laboratórios, além do descarte de sacos brancos leitosos entre outros;
A2: Carcaças, peças anatômicas e resíduos provenientes de processos experimentais entre outros;
A3: resíduos que necessitam de tratamento diferenciado como peças anatômicas, produto de fecundação sem sinais vitais, etc.
A4: Resíduos que não necessitam de tratamento; filtro de ar, gases aspiradores, entre outros.

Grupo B

Classificação de resíduos químicos

Subdivisões

B1: Resíduos quimioterápicos e produto por ele contaminado.
B2: Resíduos químicos perigosos, inflamáveis ou explosivos etc.
B3: resíduos e produtos farmacêuticos, medicamentos vencidos ou contaminados.

Grupo C

Qualquer material resultante de atividades humana é enquadrado neste grupo todos resíduos dos grupos A, B e D que estejam contaminados ou não.

Grupo D

Resíduos que não apresentam riscos biológicos, suas características são similares a resíduos domiciliares.

Grupo E

Materiais perfurocortantes, objetos e instrumentos contendo cantos, bordas, pontas etc.

Compartilhe:

Entre em Contato com a Fragmaq

Quer conhecer nossos equipamentos e serviços ou compartilhar alguma dica sobre sustentabilidade? Preencha o formulário e envie sua solicitação. Nossa equipe está à disposição para ouvi-lo.

  • seta